O Google liberou nesta terça-feira (6) o Nano Banana 2.1, nova versão do modelo de geração e edição de imagens que virou febre no app Gemini. O modelo é baseado no Gemini 3.6 Flash e chegou de uma vez ao app Gemini, ao Modo IA da Busca, ao Google AI Studio, ao Flow, ao Stitch, ao Google Ads e ao Gemini Enterprise. Desenvolvedores acessam pela API com o identificador gemini-nano-banana-2.1.
A novidade mais prática é a edição por máscara. Em vez de descrever a mudança e torcer para o modelo não refazer a cena inteira, o usuário marca a área que quer alterar e só ela muda. É o que Photoshop e Canva fazem há anos, e era a principal reclamação de quem usava o Nano Banana para retoques: trocar a cor de uma camisa podia mexer também no rosto e no fundo.
O outro ponto é a consistência. O 2.1 acompanha até quatro personagens e dez objetos ao longo de várias imagens, e aceita até 14 fotos de referência num mesmo pedido. Para quem cria uma série com o mesmo personagem, um mascote ou um produto, isso decide se o resultado é usável. O Google também diz ter melhorado a escrita dentro das imagens e a montagem de infográficos, e corrigido as emendas que apareciam em formatos muito largos, como 4:1 e 8:1. A saída vai até 4K.
Mais barato para quem paga por imagem
Na API, o preço caiu pela metade: uma imagem em 1K custa US$ 0,0336, contra US$ 0,067 do Nano Banana 2. Para empresas e apps que geram imagens em volume, a conta muda. Para o usuário comum, o acesso continua pelo app Gemini, mas com um asterisco: o Google já avisou que vai apertar em breve os limites da conta gratuita do Gemini.
O lançamento vem três meses depois das versões Nano Banana 2 Lite e Omni Flash, e o Google segue a mesma lógica de nomes: o “2.1” indica uma revisão do modelo, não uma geração nova.
